Revestrés

28/07/2017
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Wellington Soares

Coisas e outras

Por um triz

Por um triz - CapaEm que ano ocorreu, não sei precisar exatamente. A memória, corroída pelo tempo, já não consegue montar, com a mesma facilidade de outrora, as peças do quebra-cabeça de fatos marcantes da minha vida. Lembro apenas que era um domingo esplendoroso e devia ter, estourando, uns 12 anos de muita traquinagem. Seo Tomé, deitado na rede, foi taxativo: “Sem um de seus irmãos mais velhos, você não irá sozinho banhar no Parnaíba”.  E quando meu pai falava uma coisa, não havia ninguém neste mundo capaz de demovê-lo da ideia, nem mesmo os olhos chorosos de um filho. Como o proibido sempre desperta interesse nas pessoas, notadamente em adolescentes, nunca o “Velho monge” havia me atraído tanto como naquela manhã ensolarada, um desejo incontrolável de deitar em suas águas ainda limpas na época.

Atocaiado, como quem não quer nada, esperei o instante em que meu pai voltou a cochilar para fugir de mansinho, nas pontas dos pés – “Sem fazer barulho, é claro, / que barulho nada resolve” -, e ir banhar no Parnaíba, sem avisar nadinha de nada a ninguém lá de casa. Da Clodoaldo Freitas até o rio era um pulo apenas, uns dois ou três quarteirões abaixo. Como as coroas estavam do outro lado, em Timon, atravessei a ponte metálica e fui mergulhar próximo a um grupo isolado de pescadores, sem imaginar que o Parnaíba guarda armadilhas perigosas e, às vezes, fatais.  Tudo ia muito bem, obrigado, quando, de repente, senti faltar areia sob os pés, caindo num buraco fundo e sendo arrastado pela correnteza das águas. Sem saber nadar, e tendo engolido bastante água, pressenti que a “indesejada das gentes”, como diria Bandeira, me abraçava com volúpia e sofreguidão.

Por muito pouco, felizmente, o dia não se fez escuridão em minha parca existência. Meu anjo da guarda, transfigurado em pescador, chegou bem na hora e, sussurrando no meu ouvido para eu ter calma, me puxou pelo braço. Em casa, refeito do susto, fiz a promessa de nunca mais desobedecer ao meu “velho”, compromisso que procurei honrar, na medida do possível, até a sua morte. Só escapei do afogamento, hoje tenho certeza, porque manifestei – naquele momento de total abandono e desespero – uma enorme vontade de sobreviver. Do contrário, teria partido ainda muito novo, sem ter participado desta carnavalização embriagadora que a vida se tornou. Alguns desses momentos, inclusive, vividos lá mesmo, de forma intensa e apaixonante, com pescarias no cais do rio e peladas nos finais de semana. Sem contar ainda, é claro, os festivais de música e os lançamentos literários em suas coroas.

Quem quiser que faça apologia da morte. Dela, espero tão somente que mantenha distância razoável de mim. E, sendo possível, um prolongado esquecimento. De minha parte, confesso que não morro de amores por ela, tampouco a menor atração, exceto um sentimento de total menosprezo. Eu celebro e louvo todos os dias, acredite ou não, é a grande dádiva da vida, com os eternos conflitos que a caracterizam. Como nordestino, trago em mim uma instintiva vontade de viver, mesmo que tenha de enfrentar os maiores obstáculos. Além do mais, quem recebe a visita da dita cuja, a temida dama da foice, apega-se à vida com paixão redobrada. Daí essa mania em doar-me, de corpo e alma, em tudo que faço: magistério, feiras literárias, saraus poéticos, escrita de livros, lutas políticas e produção da Revestrés.

Prisioneiras

Ler Drauzio Varella é sempre um prazer. Além, é claro, de um grande aprendizado. Tanto em termos de vida, no tocante à complexidade humana, quanto da escrita envolvente, das que nos prendem da primeira à última página. Foi o que experimentei outra vez, no final de semana, ao concluir a leitura de Prisioneiras, livro que encerra sua trilogia do cárcere. O primeiro surgiu em 1999, Estação Carandiru, que desnuda as entranhas daquele tido como o maior presídio da América Latina, palco de um massacre de 111 detentos que envergonha o país até hoje. Depois, em 2012, veio Carcereiros, sobre os dilemas que atormentam funcionários do sistema prisional brasileiro, adaptado recentemente para série pela Globo. Quase 30 anos depois de ter iniciado esse trabalho nos presídios da capital paulista, na função de médico voluntário, ele retorna mostrando as detentas e seus dramas na Penitenciária Feminina, hoje com lotação pra mais de 2 mil mulheres.

Entre vários aspectos, Drauzio destaca a solidão em que vivem essas presas, esquecidas por seus maridos e namorados, que as trocam por outras, e pelos próprios pais e filhos, que as consideram a vergonha da família – “De todos os tormentos do cárcere, o abandono é o que mais aflige as detentas”. Diz que nunca viu ou soube, inclusive, de alguém que tivesse virado a noite em vigília à espera do horário de visita. E olha que são 11 anos de atendimento semanal. Fosse o contrário, no caso dos homens, o bicho pegava: “Quando são eles os presos, pobre da mulher que os abandone. Correm risco de morte se começam a namorar outro.” O mais absurdo de tudo é que a maioria cumpre pena por causa de seus homens, traficantes e viciados que as levam para o mundo das drogas, iludidas pela ideia de amor eterno e total cumplicidade com os destinos do amante.

Prisioneiras - Capa

 

Quanto ao sexo, segundo ele, as mulheres são bem mais liberais que os homens e até mesmo, acredite, que a sociedade fora dos presídios. Como exemplo, aponta a questão da homossexualidade, geralmente encarada de forma preconceituosa por todos, mas vista por elas sem tabu nem discriminação – “Posturas moralistas são malvistas num ambiente em que a prática homossexual é livre e aceita com naturalidade, desde que não haja beijos na boca nem carícias nas galerias.” Em nenhum outro lugar, ressalta Drauzio, a sexualidade feminina pode ser exercida livremente como na cadeia, liberta da repressão social, daí a multiplicidade de opções no gênero sapatão: originais, folós, sacolas, chinelinhos, pães com ovos e badaroscas, badarosquinhas, entendidas ativas, passivas ou relativas e, não poderia faltar, as mulheríssimas.

Uma história em particular, das inúmeras relatas no livro, chamou bastante minha atenção – a da Tia Maluca, relatada na página 220. Por um único e simples motivo: matadora profissional nascida no sertão do Piauí. Empurrada para São Paulo, a fim de escapar da miséria, ela perde o filho de seis anos (meningite) e tem o marido assassinado por bandidos – “Quem fez isso vai pagar”. Ao perceber que da polícia não poderia esperar nada, resolveu comprar um 38 e sair à cata dos dois criminosos. Quem poderia imaginar, indaga zombeteira, que uma mulher de olhos azuis com ar de evangélica era a morte? Antes de executar o primeiro, disse que ficou trêmula e dominada pelo medo e pela ansiedade. Em relação ao segundo, morto 15 dias depois, expressou que sentiu uma adrenalina forte, a verdadeira dona do mundo. Não tardou muito para receber, do gerente do ponto de drogas, uma encomenda de morte: dar fim, por 5 mil reais, de um concorrente que invadira os domínios do patrão: “ O primeiro tiro eu dava na cabeça, só pra ver o corpo despencar e provocar aquela sensação que me deixava poderosa. Depois vinha uma tranquilidade que durava dias.”

Férias Poéticas

Quando julho desponta no horizonte é sinal que as férias chegaram. E com elas, um mês de descanso em nossa labuta diária pela sobrevivência. Afinal, somos filhos de Deus, segundo expressão popular usada comumente. Que aproveitemos ao máximo, então, estes 30 dias de lazer, talvez os últimos a serem desfrutados em período inteiriço, caso a temorosa reforma trabalhista seja aprovada no Congresso. Para saudá-las, nada melhor que bons textos literários, sobretudo, de poetas piauienses que tocam fundo nossa alma ao apresentar outro olhar sobre a vida e suas encruzilhadas.

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Para iniciar, vamos com Da Costa e Silva, autor de nosso hino e poeta mais consagrado.Paradise lost: “Por que me trouxe aqui o meu destino?/ Por que de tão longe vim me prender por encanto/ A Essa a quem tanto quis, a Essa que me quis tanto,/ Que, unidos pela fé, vivemos para o amor?// Por que o lar que se fez, com o divino favor, / Na feliz comunhão de um afeto tão santo,/ Num momento fatal de dúvida e de espanto,/ A morte vem encher de saudade e de dor?// Por que, se eu tenho fé, se vem fazer, no entanto,/ Tua vontade, em vão, contra a minha, Senhor,/ Que, resignado e bom, já hei sofrido tanto?// Assim, a interrogar minha esfinge interior,/ Ergo ao longínquo azul os meus olhos em pranto,/ Ó meu último bem! ó meu único amor!”.

Em seguida, que tal matarmos a saudade de H. Dobal, poeta instigante e de linguagem substantiva. Transeunte: “transeunte numa cidade sem ruas,/ é apenas um homem, apenas uma mulher./ A vida pesada cai sobre/ os seus ombros cansados. Levados/ de uma incerteza a outra incerteza,/ de uma angústia a outra angústia,/ no amargo sonho desta vida/ pedindo ao verão o refrigério das sombras.”

Agora bebamos um pouco na universalidade de Mário Faustino, poeta que combinou com maestria, igual a nenhum outro, tradição e modernidade. Legenda: “No princípio/ Houve treva bastante para o espírito/ Mover-se livremente à flor do sol/ Oculto em pleno dia./ No princípio/ Houve silêncio até para escutar-se/ O germinar atroz de uma desgraça/ Maquinada no horror do meio-dia./ E havia, no princípio,/ Tão vegetal quietude, tão severa/ Que se estendia a queda de uma lágrima/ Das frondes dos heróis de cada dia.// Havia então mais sombra em nossa via./ Menos fragor na farsa da agonia,/ Mais êxtase no mito da alegria.// Agora o bandoleiro brada e atira/ Jorros de luz na fuga de meu dia -/ e mudo sou para contar-te, amigo,/ O reino, a lenda, a glória desse dia.”

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Quanto à alquimia verbal dos tropicalistas, recomendável é uma letra arretada de Torquato Neto, nosso Anjo torto, musicada recentemente por Chico César. Quero viver: “Quero viver/ Nossa graça/ (tenemos)/ É porque não esquecemos/ Queremos cuidar da vida/ Já que a morte está parida/ Um dia depois do outro/ Numa casa enlouquecida/ Digo de novo/

Quero dizer/ Agora é na hora/ Agora é aqui/ E ali e você – digo de novo – quero dizer/ A morte não é vingança/ Beija e balança/ E atrás dessa reticência/ Queremos/ Quero viver”.

Das vozes femininas, bom é ouvir o que tem a nos dizer Graça Vilhena, poeta talentosíssima e de rara sensibilidade lírica. Desencontro: “Colho os grãos de sal/ dissolvidos em madrugadas/ tua face teima/ num espelho submerso/ e não consigo compor/ a matéria que me falta.// Vasculho as manhãs/ e posso respirar-te/ e sentir nos galos/ os acordes de teu nome/
no entanto queimo meu corpo/ no metal das tardes/ em tentativas azuis/ e lilases desencantos.// Longe de ti que nunca encontrarei/ os dias passam assustando/ passarinhos nas calçadas.”

Finalizo com o jovem poeta Nathan Sousa, ganhador de prêmios literários importantes, que vem firmando sua escrita entre os grandes nomes da literatura local e nacional. Miragem: “Não, meu amor, eu não/ li 50 tons de cinza./ Conheço bem essas/ coisas de mormaço/ e sombra.//  A vidraça se embaça/ e logo chora. Fica boa/ pra desenhar corações./ Depois seca.”

Louca Paixão

Janis JoplinTalvez o que estragou tudo entre nós, querida, tenha sido minha intolerância musical, essa paixão desmedida pela Janis Joplin, de querer ouvi-la incessantemente, sem trégua nem pausa. Sem perceber, acabei me tornando um fanático típico, desses que andam por aí implicando com Deus e o mundo, incapaz de respeitar as preferências dos outros. No fundo, acho que você suportou até demais, indo além do limite, pois nada mais insuportável do que um chato, ainda mais sendo roqueiro. Mas só vim perceber isso, acredite, depois de pegar um tremendo pé na bunda de você, de ser trocado logo, quem diria, por um fã de música sertaneja. E o pior, por um carinha de nosso ciclo de amizade que, sem eu dar conta, já vivia de butuca em sua beleza. E eu, de otário metido com a Janis, melancólico e triste, ouvindo sem parar Maybe, Piece Of My Heart e Cry Baby, indiferente a você e a todos ao meu redor. Quando tocava Summertime, disparada a mais bonita, podia estourar a 3ª Guerra Mundial que não ligaria a mínima. Educada, você não reclamava nada, talvez até gostasse das canções dela, a “desgrenhada maluca”, segundo alguns de nossos amigos. Ou era amor que sentia por mim? Na época, acreditava que fosse tão somente o desejo de ter um namorado, um marido em potencial, essa paranoia que ainda perturba o imaginário das mulheres, sobretudo, em Teresina. Imbecil, não percebia que, longe de interesse, o amor se manifesta de várias formas, inclusive através do silêncio, poesia traduzida em você como em ninguém. Mal desconfiava que qualquer amor, como disse um grande escritor, já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura. Amadurecido hoje pelo sofrimento, fruto dessa eterna dor de cotovelo, quem sabe não tolerasse você curtir a Ivete Sangalo, essa tal de axé music sem pé nem cabeça, enlatado baiano pra enganar trouxa. Tá vendo, eu de novo com meus preconceitos, não é mesmo? Engraçado era que você indagava, vez por outra, a razão que me levava a gostar tanto de Janis Joplin se não entendia bulhufas do que ela cantava. Confesso realmente que meu inglês, se é que posso chamar assim, não vai além de “the book is on the table”, único legado assimilado do ensino nas escolas. O diabo é que a música toca na alma da gente, como só essa cantora norte-americana é capaz de fazer, pra nunca mais desgrudar dos tímpanos, independente de entendermos ou não. É naquela voz gritada, num desespero de compartilhar sentimentos, que está sua diferença em relação aos demais intérpretes. Ela cantava não só com a boca, mas com o corpo todo, entregando-se inteira igual enlace amoroso. Não pense que passei a odiá-la, querida, por me retirar ao vê-la chegar com o fulano, ou mal cumprimentá-la. Apenas não tolero ver a felicidade estampada no seu lindo rosto, atestado notório de minha incapacidade em amar. Negar que gostaria de tê-la de volta, merecedor de seus estupendos beijos, não é possível nem sensato. Durmo e acordo diariamente alimentando essa esperança. Difícil é reconhecer que, apesar de tudo, nosso entrelaçar de desejos não daria em nada outra vez, vocacionado que sou à tristeza e à tara por Janis Joplin. “Penso em você com insistência. Se fosse possível recomeçarmos… Para que enganar-me? Se fosse possível recomeçarmos, aconteceria exatamente o que aconteceu. Não consigo modificar-me, é o que mais me aflige.” Enquanto isso, a saída é afogar as mágoas em Maybe, Summertime…

Junho Cultural

Este início de junho tem maltrato, no bom sentido, meu pobre coração. Apesar das fortes emoções, ele tem resistido heroicamente. Explico: vivenciar o Salão do Livro do Piauí, em Teresina, e o Festival de Inverno, em Pedro II, não é pra qualquer um, ainda mais depois dos cinquenta anos. Sem falar que cultura desperta prazeres inusitados e mexe com sensações desconhecidas, sobretudo, ao focar o saudável hábito da leitura e a insustentável leveza do ser proporcionada pelas viagens musicais. E essas duas primeiras semanas, convenhamos, têm sido pródigas nesse sentido. Melhor de tudo, priorizando qualidade e acesso livre a todos, num sábio resgate da máxima oswaldiana: “A massa ainda comerá o biscoito fino que fabrico”.

Salipi 2017

 

Comecemos pelo Salipi, realizado entre os dias 2 e 11, na Universidade Federal do Piauí, no qual participei como mediador e ouvinte de conversas importantíssimas, a exemplo da feita por Marcelino Freire, escritor pernambucano dos bons, contista premiado no Jabuti, organizador da Balada Literária de São Paulo, que falou sobre “A poesia da prosa/A prosa da poesia”, ele que domina o assunto como ninguém na contemporânea literatura nacional, ministrando oficinas criativas Brasil afora, um declamador de textos de rara sensibilidade. Outro que veio e fez bonito foi Marcelo Rubens Paiva, pisando em solo piauiense pela primeira vez, autor do hoje clássico Feliz ano velho, que nos brindou com relatos dolorosos sobre a mãe Eunice, portadora de Alzheimer, o pai Rubens Paiva, deputado morto pela ditadura, e o filho Sebastião, nascido com os olhos azuis do avô, memórias reunidas em Ainda estou aqui, seu penúltimo livro. Marcaram também as instigantes falas de Nei Lopes sobre o eterno samba, das origens aos dias atuais, ele que é um dos estudiosos das culturas africanas; Edmilson Caminha, jornalista cearense de coração piauiense, que tratou do amor homoafetivo entre Amaro e Aleixo, romance centenário de Adolfo Caminha; Antonio Risério, intelectual baiano que, ao abordar facetas da práxis textual, acendeu polêmica no meio acadêmico; e, por último, Carlos Newton Júnior, amigo e pesquisador da obra de Ariano Suassuna, que nos levou a conhecer um pouco mais a respeito da travessia estética do autor de O auto da compadecida.

festival-de-inverno-de-pedro-ii

 

Quanto ao Festival de Inverno, em Pedro II, foi a natureza que deu o tom, levando os presentes ao evento, notadamente os visitantes de fora, a experimentar sensações indescritíveis no tocante à hospitalidade e à beleza dos casarios da cidade, bem como ao clima de interior vivenciados no Museu da Roça e no Sítio Buritizinho, onde nesse último é possível saborear um beiju quente e matar saudade do alfenim, tomando, é claro, um gostoso caldo de cana, tudo feito na hora e sob a batuta de um autêntico forró tradicional. Não bastasse, ainda tivemos o paradisíaco Morro do Gritador, eterno convite a sermos pássaros, e um clima frio que nos remete à Suíça. Inspirado também noutro tom, em Antônio Carlos Brasileiro, nosso maestro genial Tom Jobim, fomos embalados por ritmos diversos e envolventes, desde o blue até o reggae, passando pelo samba ao rock’n’roll. E haja coração e garganta e pernas, com os sentidos a mil, para aguentar os espetaculares shows de Alceu Valença, Erasmo Carlos, Roberta Campos, Diogo Nogueira e Cidade Negra, sem falar ainda do som maneiro de Donny Nichilo Band, direto de Chicago, e Gustavo Andrade Blues Band, vindo das Minas Gerais. Entre os piauienses, fiquei maravilhado com as apresentações de Myriam Eduardo, Oitavo Resgate e  Teófilo Lima, que fizeram bonito e nos encheram de orgulho. Como arremate, num final pra lá de feliz, a louvável iniciativa em criar a Escola de Jazz de Pedro II.

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