Revestrés

24/11/2017
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Crônica

Evangelho dos mortos do cemitério da praia de Barra Grande

Meu filho seguia para Barra Grande e então me deu uma vontade irresistível de ir pra lá também. Estava pesado, posso dizer, triste, e só de pensar no mar, no vento e no sol, me senti mais aliviado do fardo invisível sobre os ombros. Peguei o ônibus meia-noite. Ele, a companheira e os sobrinhos estavam me esperando na rodoviária. Pegamos o asfalto, não mais a estrada esburacada que conheci anos atrás. Quando chegamos a Barra Grande, o sol estava bem aceso. Deixamos nossas coisas na pousada e fomos logo para a praia, caminhando. Foi um reencontro feliz, após séculos sem […]

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Revestrés edição 33