Revestrés

20/02/2018
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Crônica

O que meu coração não consegue compreender

A primeira vez que ouvi o nome Torquato Neto não sei quem o pronunciou. Foi em 1977, ano em que cheguei a Teresina, procedente de Oeiras. Não sabia de nada – continuo sem saber – e a poesia era algo que estava no ar, como muitas coisas que vinham a mim e outras tantas que eu corria atrás. Os sons daquele nome foram ditos de forma tão sensível, envolvidos por uma emoção tão especial, que me impressionaram. Vinham, com certeza, de um admirador sincero.  Fiquei com aquilo na cabeça e com vontade de conhecer o poeta. Na Cromwell Carvalho, que eu frequentava, não o encontrei. Mas aí deu-se, por destino mesmo, que o […]

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Revestrés edição 34